A Geração Z, a mais nova a ingressar no mercado de trabalho, começa a acumular capital. Nascidos entre 1995 e 2010, os mais velhos já têm alguma condição de pensar em “ter” o seu próprio espaço, ainda que a casa própria, uma meta de vida para os seus pais e avós, não faça parte dos seus planos imediatos.
De toda a forma, mais cedo ou mais tarde a Geração Z vai ao menos alugar um imóvel. E tal decisão será marcada por um comportamento detectado em milhares de estudos feitos com o público dessa faixa etária: a preocupação com o meio ambiente.
É aí que os sistemas construtivos alinhados aos conceitos de sustentabilidade, caso do drywall, serão ainda mais valorizados.
As chapas de drywall fazem parte do método conhecido como construção a seco. Trata-se do sistema que menos impactos causa ao meio ambiente, pois, em primeiro lugar, gera uma quantidade de resíduos muito pequena.
Mais: trabalhar com drywall significa recorrer a um método industrializado de construção. Ou seja, antes de a obra começar, sabe-se exatamente quanto material será consumido. Então, o desperdício é mínimo. Fora que o entulho gerado é composto por aparas de chapas e de perfis de aço, ambos 100% recicláveis.
Na ponta do lápis, os resíduos produzidos durante a instalação de drywall correspondem a 5% do seu peso, número seis vezes inferior ao observado em obras em que se utiliza alvenaria. Vale a pena ressaltar também que a construção a seco, como o próprio nome indica, consome mínimas quantidades de água.
Em paralelo, com a crescente relevância que as certificações internacionais de sustentabilidade na construção – LEED, entre outras – vêm alcançando, já é mais vantajoso para as construtoras trabalharem com materiais e tecnologias que diminuem o impacto ambiental.
Assim, a Geração Z pode até relutar um pouco em deixar o conforto da casa dos pais. Mas, quando o fizer, será de bicicleta, rumo a um imóvel repleto de drywall.