06 de Maio de 2020
A partir dos conceitos de sustentabilidade e saudabilidade na construção, como você avalia o sistema drywall?
As placas de drywall podem ser recicladas, enquanto que a matéria-prima do gesso não gera resíduos tóxicos. Existe pouco consumo de água, daí porque é considerado “construção seca”. Há também menor descarte de material, com um índice de desperdício ao redor de 5%, contra 25% dos sistemas tradicionais.
A propósito, como o sistema construtivo drywall se enquadra nos requisitos das certificações Well e Fitwel? (constatam se determinado espaço tem as condições básicas para o bem-estar, saúde e qualidade de seus ocupantes)
É um método construtivo mais sustentável, graças ao pouco uso de água na sua fabricação, não geração de resíduos tóxicos e baixo índice de desperdício. Destaque também para a otimização do tempo gasto na fabricação, além de ser de fácil padronização e reprodução.
Sob os aspectos práticos, como o drywall pode colaborar com a qualidade do tempo passado em ambientes corporativos?
O drywall apresenta características que podem se tornar muito atrativas em ambientes coorporativos. Ao se associar a algum tipo de lã fibrosa, oferece um desempenho acústico interessante, e isso garante privacidade aos ambientes das empresas. E, ao reduzir os ruídos externos, o drywall melhora as condições e a qualidade de trabalho dos colaboradores.
No conceito de psicologia do ambiente, como o arquiteto pode se beneficiar das características intrínsecas ao drywall?
O drywall permite uma maior possibilidade de usos, é versátil e sustentável. Essas são características que agregam valor aos projetos nos quais o sistema é implementado.
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